terça-feira, 7 de junho de 2011

ATIVIDADE FÍSICA E HIPERTENSÃO ARTERIAL

Hipertensão e Atividade física



Podemos considerar que a Hipertensão Arterial ou “Pressão Alta” a pressão dentro das artérias de uma pessoa subiu a valores elevados e permanecem altos. Na atualidade, o nível de pressão máxima maior do que 140 mmHg ou pressão mínima maior do que 90 mmHg indicam “pressão alta”.

A hipertensão arterial atinge mais de 30 % da população adulta, principalmente acima dos 30 anos de idade. Embora exista uma influência de fatores hereditários, dentre eles os familiares, na elevação da pressão arterial, sabem que condições de vida contribuem para esta elevação - baixa escolaridade, desemprego, baixos salários etc., assim como o estilo de vida - comer muito sal, deixar de ser “estressado”, estar acima do peso, não fazer exercícios e ingerir bebida alcoólica em excesso.

Esta doença é considerada perigosa porque freqüentemente não causa sintomas, mas pode acarretar conseqüências graves para o indivíduo como: acidente vascular encefálico, infarto do miocárdio (insuficiência do coração), insuficiência renal ou ainda obstrução das artérias que levam o sangue para as pernas, se não for diagnosticada e tratada adequadamente.

É necessário que todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar sua pressão arterial no Posto de Saúde pelo menos a cada seis meses (no máximo).

Todo hipertenso deve fazer atividade física, desde que esteja com a pressão arterial controlada e os exercícios sejam feitos de forma adequada, sempre acompanhada de um profissional competente e qualificado.

A supervisão médica, durante as sessões de exercício, não é necessária, a não ser que o hipertenso tenha alguma doença no coração. Mas, se for acompanhado por um professor de educação física, desenvolverá um trabalho mais eficiente, completo e com menos riscos à sua saúde.
O exercício recomendado ao hipertenso é o aeróbio, executado de três a cinco vezes por semana, com duração de 40 a 50 minutos e intensidade de leve a moderada, ou seja, 50 a 70% da freqüência cardíaca.

Esse exercício auxilia na redução da pressão arterial, porém, pensando na saúde global do indivíduo, deve-se também fazer exercícios localizados e de alongamento. É preciso que se realize uma avaliação física para que determina com eficácia os exercícios a qual devem ser trabalhados com fidedignidade.

Os benefícios da atividade física no controle da pressão arterial acontecem por diversos fatores diretos e indiretos da atividade física no organismo:

- Alterações cardiovasculares (Diminuição da freqüência cardíaca de repouso, debito cardíaco no repouso e resistência periférica)

- Alterações endócrinas e metabólicas (Diminuição da gordura corporal, diminuição dos níveis de insulina, diminuição na atividade do sistema nervoso simpático, aumento da sensibilidade a insulina, melhora da tolerância a glicose.)

- Composição corporal (Efeito diurético, aumento da massa muscular e aumento da força muscular.)

- Comportamento (Diminuição do stress e ansiedade)

Lembre-se, se for faz parte deste quadro de pessoas hipertensas, a prática de uma atividade física tende realmente e melhorar, porém procure profissionais com qualificação e sinta a diferença!


ATIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE, SÓ BENEFÍCIO!

Atividade Física na Terceira Idade

só traz benefícios!

A prática de atividade física na terceira idade está se tornando um fenômeno cada vez mais comum. Isso porque praticar atividade física melhora a qualidade de vida das pessoas em idade avançada.
Segundo estudos, o aumento da resistência e da força muscular são alguns dos benefícios da prática de atividade física, pois pode trazer resposta muscular rápida e eficiente. Por isso centros especializados em reumatologia estão investindo em espaços destinados ao condicionamento físico e exercícios físicos para na terceira idade.
Algumas mudanças são comuns com o envelhecimento, como o aumento na quantidade de gordura no organismo, diminuição da força muscular e diminuição da massa muscular, osteoporose (diminuição da massa óssea), ligamentos e tendões mais fracos, diminuição dos reflexos de ação e reação, diminuição da coordenação, habilidade motora e da aptidão física.
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aproximadamente 5% de quedas que acometem idosos levam a fraturas, sendo que as mulheres fraturam mais que os homens. Quando não ocorre fratura, a dor e a redução dos movimentos podem causar isolamento pela diminuição da autoestima, tanto pela queda quanto pelo aumento da dependência.

Os benefícios de exercícios físicos na terceira idade são vários

Senhor correndo
Praticar exercícios na terceira idade ajuda a combater a obesidade, pode evitar e retardar o surgimento de diabetes, melhorar a capacidade aeróbica e reduzir a perda da massa óssea (osteoporose), inclusive recuperá-las em alguns casos. Junto a isso, músculos e ossos fortes diminuem os riscos de quedas e de fraturas de fêmur e de quadril, tão temidas após os sessenta anos.
Segundo Evelin Goldemberg, doutora em reumatologia da Escola Paulista de medicina em São Paulo (UNIFESP), o fortalecimento muscular reduz dores existentes provenientes de doenças como artrite, tendinite, bursite, artrose (bico de papagaio) e problemas de coluna.

Por um envelhecimento saudável

grupo de terceira idade fazendo exercício
Há cada vez mais evidências científicas apontando o efeito benéfico de um estilo de vida ativo na manutenção da capacidade funcional e da autonomia física durante o processo de envelhecimento. Podemos acrescentar que melhora a coordenação motora, o equilíbrio, o ganho de flexibilidade, a velocidade ao andar, diminui o risco de doenças cardiovasculares, promove melhor controle do diabetes e sensação de bem estar.

Dados científicos relacionam longevidade a exercícios físicos na terceira idade

Exercício terceira idade
Segundo dados científicos a participação em um programa de exercícios físicos na terceira idade leva à redução de 25% nos casos de doenças cardiovasculares, 10% nos casos de acidente vascular cerebral, doença respiratória crônica e distúrbios mentais. Talvez o mais importante: reduz de 30% para 10% o número de indivíduos incapazes de cuidar de si mesmos, além de desempenhar papel fundamental para facilitar a adaptação à aposentadoria.
A qualidade de vida na terceira idade é aliada principal para ter longevidade e a prática de atividade física resgata características de saúde juvenil para população de idade avançada, isto tem um valor inestimável. Portanto todo idoso deve procurar um programa de atividade física de acordo com suas características e restrições, se possível, acompanhado de um profissional gabaritado.